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Clássico do feminismo radical publicado em 1974, Ódio às mulheres é uma investigação fulminante sobre como as mulheres foram tratadas através dos séculos. De contos de fadas a romances eróticos, das bruxas na fogueira à pornografia contemporânea, ela revela como o ódio e a violência contra às mulheres foram normalizados — e aponta caminhos possíveis para a libertação.
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Andrea Dworkin é a autora mais solicitada por nossas leitoras desde que a Ginna nasceu, há um ano. Woman Hating, que ganha sua primeira tradução em português com o título Ódio às mulheres, é sua obra de estreia. Sua análise cândida sobre como a violência masculina foi normalizada permanece tão necessária e atual hoje quanto na data da sua primeira publicação, em 1974.
Para viabilizar essa edição, precisamos pagar os direitos autorais antecipadamente e arcar com todos os custos editoriais e gráficos. É aqui que você entra. Comprando na pré-venda, você garante não apenas seu exemplar com um excelente desconto, mas torna essa edição possível e prepara o campo para os outros títulos da autora. Exclusivo para os 100 primeiros pedidos, o seu nome nos agradecimentos do livro. Temos 20 dias para bater a nossa primeira meta e garantir a publicação.
Juntas, estamos trazendo Dworkin para o Brasil. Juntas, publicamos o feminismo que precisamos ler.
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Relançado após anos fora de catálogo, o livro de estreia de Andrea Dworkin, publicado em 1974, Ódio às mulheres, permanece um texto indispensável para compreendermos como um ódio profundamente enraizado contra as mulheres dominou e moldou as culturas patriarcais por séculos e continua a nos governar hoje.
Com uma análise que atravessa a prática chinesa de enfaixamento dos pés, a perseguição e assassinato em massa de mulheres acusadas de bruxaria na Europa, a construção dos papéis sexuais por meio da cultura popular e a pornografia como expressão máxima da objetificação feminina, Ódio às mulheres demonstra como a opressão das mulheres não é acidental, mas resultado de séculos de violência sistemática, degradação, mutilação e assassinato.
Profética e visionária, a obra de Dworkin antecipa debates que só ganhariam força décadas depois: a violência simbólica dos estereótipos sexistas, a conexão entre pornografia e violência cotidiana, a heterossexualidade compulsória como instituição política. Mais do que diagnosticar a misoginia estrutural, Dworkin aponta caminhos para a libertação, propondo um horizonte em que sejamos capazes de superar o sistema de dominação masculino.
Andrea Dworkin é a autora mais solicitada por nossas leitoras desde que a Ginna nasceu. Não por acaso. Ela foi uma das vozes mais controversas do feminismo e suas obras se tornaram clássicos do cânone do pensamento feminista radical.
Rotulada como “polêmica”, “anti-sexo” e “odiadora de homens” por dizer verdades incômodas, Dworkin pagou o preço por ter uma clareza implacável. Sua crítica à pornografia como indústria da violência, sua análise da heterossexualidade como instituição política, sua recusa em separar o “sexo” da dominação masculina inauguraram debates que permanecem urgentes 50 anos depois.
Ela previu tanto a ascensão de Trump (em Right-Wing Women, 1983) quanto o movimento #MeToo, denunciando décadas antes a cumplicidade da esquerda com o abuso sexual de homens poderosos. Meses antes de morrer, alertou: “As mulheres voltarão ao feminismo, porque as coisas vão ficar muito, muito piores antes de melhorar”.
O mercado editorial brasileiro a ignorou por décadas. Publicamos agora porque nossas leitoras pediram — e porque essa é uma obra necessária para compreender a violência masculina e formas de combatê-la hoje.
Para enxergar para onde estamos indo, precisamos compreender de onde viemos. Ódio às Mulheres é uma contribuição necessária e há muito esperada para essa compreensão.Audre Lorde
Uma voz singularmente poderosa… Dworkin expressou de forma definitiva o princípio feminista radical de que a dominação sexual é o núcleo pulsante do patriarcado.Amia Srinivasan, London Review of Books
Dworkin escreve com poder, raiva, ousadia — e a partir de um profundo cuidado e amor pela humanidade feminina.Alice Walker